Cirurgia de Órbita

Cirurgia de Órbita

O sintoma mais comum de um tumor orbitário é a proptose (olhos muito salientes). Outros sintomas são o estrabismo, desvio do globo ocular, massas palpáveis, dor ocular, perda visual, e visão dupla.

 

Na maioria dos casos de pacientes com tumores da órbita, a melhor estratégia é a retirada cirúrgica. Nos casos que a remoção cirúrgica do tumor é possível sem causar déficits neurológicos, esse é o tratamento de escolha.

O melhor manejo das lesões expansivas orbitárias depende da idade do paciente, dos seus sintomas, do seu estado clínico, da localização no interior da órbita, no envolvimento ou não de estruturas extraorbitárias, da etiopatologia da lesão, e do seu tamanho.

A cirurgia para correção da exoftalmia (olhos saltados para fora) é chamada de descompressão de órbita. A descompressão de órbita compreende uma variedade de técnicas e tem como objetivo dar mais espaço para o olho acomodar-se na órbita. Dentre as técnicas, está a retirada da gordura, que, isoladamente, pouco resolve, e as técnicas associadas entre retirada de gordura e ampliação óssea das paredes da órbita. A descompressão óssea pode ser de parede medial, inferior e lateral (anterior ou profunda).

Para quem sofreu alguma fratura por ruptura da órbita, geralmente, é necessária uma reparação cirúrgica dos ossos faciais. Isso se a fratura obstruir os músculos ou tecidos moles da órbita e provocar visão dupla ou lesão do nervo ou afundar o globo ocular, e se os sintomas não desaparecerem no prazo de duas semanas. Após garantir que a fratura não danificou uma estrutura vital, o cirurgião volta a colocar os ossos em sua devida posição, por vezes usando implantes, uma lâmina de plástico fina ou um enxerto ósseo para ligar as partes quebradas e ajudar na cicatrização.

Sempre que possível, o acesso escolhido deve ser o mais minimamente invasivo possível em cada caso. A localização da lesão dentro da órbita é o fator mais importante para determinar a escolha do acesso. O ideal para a escolha do acesso, é que o cirurgião domine todas as técnicas existentes de acesso à órbita. Assim, sabe-se que o acesso a ser escolhido será o mais minimamente possível aplicável naquele caso.

Fonte: www.oftalmologiaespecializada.com.br
Manual MSD
www.neurologica.com.br

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